Terça-feira, Abril 16, 2024
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Coletor de silicone na amamentação

Amamentar é natural, algumas pessoas dizem. Mas a verdade é que amamentar pode ser muito mais desafiador do que parece. E alguns acessórios aparecem como “salvadores da pátria”. Então hoje vamos falar sobre coletor de silicone amamentação, vale a pena usar? Apesar de sermos mamíferos por natureza a amamentação não é subitamente perfeita assim que o bebê nasce. Alguns acessórios ajudam a ter uma melhor experiência. Outros só atrapalham. Por isso, antes de vermos o acessório vamos entender  outras coisas.

A mãe precisa aprender a amamentar e o bebê precisa aprender a mamar:
– Os primeiros movimentos podem ser bruscos ou vagarosos, o bebê pode estar interessado no peito ou não.
– O bebê pode sugar e largar – pois ele ainda não sabe mamar.
– O bebê pode mais parecer estar brigando com o peito do que desfrutando dele;
– O peito pode parecer vazio e assustar,
– O peito também pode encher rapidamente e causar dor – a descida do leite.
– O bebê pode querer só dormir (a mãe também pode querer dormir por 40 horas seguidas).

De fato, existem alguns acessórios que realmente podem ajudar.  Um rabicó para prender o cabelo, uma almofada de amamentação, rosquinha feita com um paninho de boca do bebê ou meias  e  o coletor a vácuo de amamentação. Mas pomadas e bicos de silicone não são recomendados.

Imagem de Google: Coletor de silicone na amamentação

Coletor de silicone amamentação

Os coletores à vácuo de silicone podem ser muito efetivos para a coleta e extração do leite do seio oposto ao que está sendo oferecido, por exemplo. Acomodam bem diferentes tamanhos de seio e não precisam de cabos ou baterias. O vácuo produzido pelo coletor no seio o segura no local sem risco de queda e de vazamentos de leite. A distância que o leite fica da parte frontal dos mamilos inibe a proliferação de fungos já observada em coletores redondos.

A higienização é muito simples já que são totalmente feitos em silicone. Sua maior recomendação é coletar leite para alívio das mamas e pode ser levado para o hospital e utilizado desde o primeiro dia. O leite extraído pode ser armazenado em embalagens plásticas esterilizadas ou em potes de vidro com tampa plástica. Congele o leite materno por até 6 meses.

Rede de apoio

Você sabe qual o principal motivo que leva as mães a desistirem da amamentação? Talvez você esteja imaginando mil razões físicas que podem impedir o aleitamento. Ao fazer essa pergunta a maioria das mulheres elencou fatores como dor, mamilos invertidos ou pequenos, cansaço, pouca produção de leite. Mas em pesquisa realizada com mães que não conseguiram amamentar, o principal fator referido foi a falta de apoio de familiares em momentos difíceis e cruciais para o seguimento ou rompimento da amamentação. 

Ou seja, a dor, fissuras, empedramento realmente foram difíceis, mas a mãe tomou a decisão quando o parceiro, amiga ou família optam por desistir e desencorajam a mãe a continuar. Nenhuma mãe amamenta sozinha. O pai, as avós e a família precisam participar desse momento e apoiar a mãe para que seja possível. 

Lembre que as pessoas sempre carregarão consigo as experiências que tiveram, mas que isso não seja determinante para a sua decisão e de sua família. Converse e informe sobre seu desejo e permaneçam firmes e unidos.

Lembrete importante: existem dois tipos de “rede de apoio” – rede de apoio a mãe e rede de apoio a amamentação. 

A família, amigos e pessoas próximas devem ser a rede de apoio materna (deixar o ambiente mais favorável a amamentação, cuidar das roupas, da comida e até do bebê).

Profissionais habilitados são a rede de apoio a amamentação – eles poderão te instruir a  boas decisões e te ajudar a conduzir a amamentação pra onde desejar.

E o romance da amamentação? Quando fica “automático”?

A romantização da amamentação vem sendo condenada porque fez com que muitas mãe, por frustração de não conseguir manter o sorriso no rosto, desistissem antes que houvesse tempo para aprender.  Lembre-se de como aprendemos a caminhar, a falar, a comer, os percalços na escola, nas aulas de matemática, na universidade. Assim é a amamentação. Um processo, um aprendizado, que sempre lembrará o sabor agridoce da maternidade e da vida.  Por volta da quarta semana as coisas tendem a ficar mais tranquilas, e parecem mais automáticas (Ufa!) O melhor remédio é a prevenção, conhecimento da técnica (pega, plug, posicionamento), o auto-conhecimento e o conhecimento do bebê. Dois fatores você pode prevenir (auto-conhecimento e conhecimento da técnica), o bebê você terá que aprender na hora mesmo.

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